
MRS, a primeira malha ferroviária licenciada pelo IBAMA
A MRS é uma Empresa comprometida com o Meio Ambiente. Em 2006, tornou-se a primeira malha ferroviária brasileira a conquistar o licenciamento ambiental, concedido pelo IBAMA. Mais que um título, esta conquista demonstra que a Empresa leva a sério a preservação do Meio Ambiente em todas as suas instalações: escritórios, oficinas de manutenção e malha ferroviária.
Entre tantas outras atividades de responsabilidade ambiental, destaca-se o Gerenciamento de Resíduos, um compromisso que a MRS faz questão de manter e incentivar. Estações de tratamento de água, centrais de resíduos industriais, segregação de resíduos e direcionamento correto dos resíduos gerados nas atividades da Empresa são alguns exemplos de ações voltadas para este tema.
Conheça estas iniciativas e o grande trabalho promovido pela MRS.
Licenciamento Ambiental
A conquista do licenciamento ambiental da malha ferroviária, concedido pelo IBAMA, aconteceu em setembro de 2005 e maio de 2006. Este é o resultado de um trabalho que começou junto com a inauguração da MRS, em dezembro de 1996. A Empresa investiu (e investe) muito na eliminação de passivos ambientais e na adequação de suas atividades aos critérios determinados pelos órgãos competentes. Foram diversas etapas que levaram a este resultado, o que desperta muito orgulho em todos que fazem parte da MRS.
O licenciamento de outros setores da MRS está em avançado processo de conquista.
Obtenção do Licenciamento Ambiental da Malha Ferroviária: Ferrovia do Aço, Linha do Centro, Linha Rio de Janeiro, Linha São Paulo.
Obtenção do Licenciamento Ambiental dos Postos de Abastecimento de Locomotivas: Pátio do P1-07 / MG, Pátio de Santa Rosa/RJ, São José dos Campos/SP, Piaçaguera/SP e Barra do Piraí/RJ.
Obtenção do Licenciamento Ambiental Obras de Duplicação de Pátios Ferroviários: Neiva (Guaratinguetá/SP), Itapeti (Mogi das Cruzes/SP), Jeceaba (Jeceaba/MG), Curuputuba (Pindamonhangaba/SP), Vargem Alegre/RJ, Engenheiro Freixinho/RJ, Brisamar/RJ, trecho Brisamar-Santa Rosa/RJ, Guandu/RJ, trecho Santa Rosa-Engenheiro Freixinho-Guandu/RJ, trecho Vargem Alegre-Waldemar de Brito/RJ, trecho Waldemar de Brito-Pulverização/RJ, Barra do Piraí/RJ, Casa de Pedra/MG, trecho Vargem Alegre-Volta Redonda, pátios P1-3 A, P1-3, P2-04 A, P1-11 A e P1-12 A/MG, pátios Alça P1-07, P1-06 e P1-05 A/MG e Alça Brisamar/RJ.
Obtenção do Licenciamento Ambiental do Complexo de Oficinas: Oficinas de Barra do Piraí / RJ.
Outorga de Águas
A MRS está regularizando toda a captação de água (superficial e subterrânea) utilizada pela Empresa, através do processo de outorgas (licença para utilização de água, seja através de poços, rios, nascentes etc.). No P1-07, este processo já foi concluído, através da outorga concedida pelo IGAM (Instituto Mineiro de Gestão das Águas), estendendo-se a todos os sites em processo de implantação do SGI (Sistema de Gestão Integrada).
Recuperação de Áreas Degradadas
Reabilitação de áreas degradadas na Malha da Ferrovia do Aço e Linha do Centro (áreas de bota-fora, áreas de empréstimo, taludes de corte, aterros etc.).
Estação Verde
Manutenção de viveiros de mudas de plantas arbóreas e arbustivas em Conselheiro Lafaiete e Bom Jardim de Minas, destinadas ao plantio ao longo da malha ferroviária (cortina arbórea), nas instalações da Empresa e doação para a comunidade. Produção anual em torno de 120 mil mudas de várias espécies.
Medições de Partículas Totais em Suspensão (PTS)
Processo de Monitoramento da Qualidade do Ar, através das medições de emissões de PTS provenientes do transporte ferroviário, medições realizadas pelos aparelhos "Hai vol" instalados nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Utilização de Graxa Biodegradável
A MRS, a partir de maio de 2010, substituiu o uso de graxa convencional por “Graxa Biodegradável”. Trata-se de um produto líquido à base de água, com partículas sólidas em suspensão, que possui ésteres vegetais biodegradáveis fabricados com óleo vegetal (canola) e outras substâncias biodegradáveis, aplicado unicamente no topo dos trilhos ferroviários para melhorar a aderência entre as rodas dos trens e os trilhos da linha.
Esta substituição trará ganhos ambientais significativos, evitando a contaminação do lastro ferroviário e, consequentemente, a contaminação do solo e da água.
Substituição do uso de dormentes de madeira nativa
Outro ganho ambiental muito importante foi a substituição do uso de madeira nativa (madeira oriunda de nossas florestas, principalmente do Norte e Centro-Oeste do país), por dormentes de aço, dormentes de eucalipto tratado (reflorestamento) e a mais nova e promissora tecnologia: os dormentes de plástico.
Controle Ambiental nas Oficinas
Gerenciamento de Resíduos Sólidos (segregação, classificação, coleta, armazenamento, tratamento e destinação final); instalação de Sistema de Separação de Água e Óleo (caixas separadoras de água e óleo); Estação de Tratamento Físico-Químico de Águas, com reaproveitamento da água nos lavadores de locomotivas e reciclagem do óleo restante; monitoramento da qualidade das águas servidas (água utilizada nos processos de lavagens de peças e locomotivas) e águas utilizadas no consumo humano, através de análises periódicas e instalação de bandejas coletoras de gotejamento de óleo nas linhas (entradas de oficinas, áreas de abastecimento e postos de lavagem de locomotivas).
MRS: EXEMPLO DE EMPRESA AMBIENTALMENTE RESPONSÁVEL
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