05.06.2019 às 14:03

MRS Logística lança ferramenta para quantificar a redução de emissões de CO2 que a ferrovia oferece

Recurso, inédito no atual formato e para o setor de transportes no Brasil, mostra de forma automática como o transporte ferroviário pode contribuir para a redução de até 70% das emissões de CO2. Lançamento marca Semana do Meio Ambiente

E se a ferrovia fosse considerada na cadeia logística de uma empresa que transporta os seus produtos, exclusivamente pela rodovia? Qual seria a redução da emissão de gases do efeito estufa na atmosfera? Uma pergunta, até então, difícil de responder, foi simplificada por um trabalho recente, desenvolvido pela MRS Logística. Trata-se da calculadora de CO2, um recurso inédito no país, que contribuirá para a análise por parte dos empresários da região Sudeste que exportam os seus produtos ou que transportam suas cargas pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

As empresas que utilizam o modal ferroviário garantem uma expressiva redução nas emissões de CO2. É o caso da Suzano, que já se beneficia da significativa redução de emissões que a opção ferroviária proporcionou. Transportando sua carga por 152 km, entre Jacareí e Santos (SP), estima-se que a companhia emitiria, considerando o modal rodoviário, 434 toneladas de CO2 por mês. Já no transporte ferroviário, a empresa emite apenas 140 toneladas de CO2 mensalmente. Isso representa um total de 294 toneladas de CO2 que seriam emitidos na atmosfera e que foram evitados. Na comparação entre os modais, isso representaria uma redução de 67%.

“Na Suzano, a sustentabilidade é um norteador de nossas ações. Nós buscamos sempre desenvolver iniciativas em prol do meio ambiente e das regiões onde estamos presentes. Em parceria com a MRS, temos atingido ótimos resultados nesse sentido”, ressalta o Gerente de Logística da Suzano, Thiago Pereira.

A tendência para os próximos anos é de aquecimento do mercado de carbono não só no Brasil, mas também no restante do globo, o que pode significar melhores preços e