Com a palavra, os ferroviários | #eusouMRS

Chegou a hora de começar a conhecer algumas das histórias que marcaram as vidas dos ferroviários nesses 23 anos da MRS. O aniversário da empresa é comemorado no dia 1º de dezembro, mas o orgulho de ser ferroviário, de ser MRS, sabemos que é eterno.

Confira abaixo alguns relatos e não deixe de acompanhar os outros canais oficiais – Instagram e WhatsApp – para conhecer mais histórias.

E você? Também tem uma história que te marcou na MRS? Escreva para comunicacao.mrs@mrs.com.br e conte pra gente. A gente conta pra todo mundo. #eusouMRS

 

  • Edivaldo Ribeiro, inspetor de Operação de Pátios e Terminais

Quando feita a transição de Rede Ferroviária Federal  para a MRS,  a empresa fez parceria com o Sesi, quando tivemos a chance  de terminar nossos estudos. Foi  muito gratificante, no término  do estudo, receber diploma reconhecido pelo Sesi. O que mais marcou foi que no dia  da entrega do diploma, com auditório lotado, fui escolhido para falar sobre o curso, este foi o momento que mais marcou minha vida, por ter a chance e oportunidade  de terminar o estudo. O mais difícil  na época  foi palestrar  na frente de tanta gente  dizendo como foi curso.

O que mais marcou a minha trajetória nestes 23 anos foi que, ao sair do pernoite, quando cheguei em casa estava dando aquela cochilada e o telefone tocou e falaram: aguarde um momento que o presidente da MRS tem uma palavra para te dar. Recebi a mensagem me dando parabéns porque fui escolhido colaborador Padrão 2004 e neste momento fiquei tão emocionado que até travei, não consegui falar tanta alegria.

E outro ponto que me marcou foi em 2018 foi quando em uma reunião de RDG o gerente geral Guilherme Delgado estava passando as metas de desempenho da coordenação e inspetoria. Tive o melhor desempenho e o que mais me emocionou foi a surpresa, fizeram matéria com minha família sobre como era Edivaldo em casa. Nossa, neste momento apareceu um vídeo com palavras da minha filha e do meu netinho. Pontos marcantes e  muito importantes na vida da gente.

 

  • Bárbara Alcântara, analista de Responsabilidade Social

Sou nova na MRS, mas, quando eu entrei, por ter interface com todas as áreas, fui apresentada para muitas pessoas e de todos níveis hierárquicos. E algo que me marcou foi que todos me acolheram da mesma forma, dizendo que eu gostaria muito de trabalhar na MRS, pois era uma empresa muito boa e isso foi praticamente unânime, além de se colocarem à disposição caso eu precisasse de ajuda.

Isso me marcou, pois, hoje, após 2 anos e 2 meses de MRS, o meu sentimento é exatamente o mesmo e é assim que eu “acolho” os novos colaboradores, sempre me colocando à disposição e dizendo o quanto a MRS é uma empresa boa para trabalhar.

 

  • Rafael Freitas, inspetor de Manutenção de Material Rodante

O que mais me marca até hoje é a data de entrada na MRS: 13/4/2011, dia do meu aniversário.

Mesmo a carteira tendo sido assinada em 15/4/2011, a entrevista de confirmação foi no dia 13, como presente aniversário. Tenho muito a agradecer à MRS por todos esses anos de aprendizado e conquista na minha vida.

 

  • José Alfredo Brandão, especialista em Relações Institucionais

Orgulho, satisfação, gratidão: 3 sentimentos unidos que sintetizam minha história profissional, que se iniciou com a concessão, em 1997, como temporário no setor de Contas a Pagar. Momento extremamente delicado, de muito trabalho, vivenciando antigos colaboradores saindo e novos colegas chegando.

Em 1º/10/1997, aos 27 anos de idade e com “meu Digão” com apenas 2 anos, fui efetivado como colaborador: analista financeiro jr.

Como muitos que me conhecem sabem da minha paixão pelo futebol, faço essa analogia, em que entro de fato no time como titular. Desde então vim passando por várias categorias, assim como numa grande equipe de ponta: Financeiro, Patrimônio e Arrendamento, Controladoria, Engenharia de Manutenção e atualmente a Regulação e Relações Institucionais.

Hoje um Master, ainda com gosto e vontade de juvenil, aprendendo a cada dia com a ferrovia e com os ferroviários, dos “cabeças brancas” aos estagiários.

Orgulho por ter usado o mesmo uniforme, representando esse time em vários eventos, palestras, workshops, bem como nos campos, nas quadras, nas piscinas.

Satisfação por poder representar e jogar nesse time.

Gratidão por ter tido a oportunidade de construir minha carreira profissional, uma vida familiar digna, com assistência plena “do clube”, chegando ao ápice de ver hoje “meu Digão” formado e exercendo a profissão de dentista.

Agradeço aos “jogadores” que jogaram (alguns penduraram a chuteira e estão no “campo de cima”), aos que jogam comigo até hoje, aos “treinadores” pela orientação e aos “dirigentes” pela confiança. Esse é o meu time!!! #eusouMRS

 

  • Marlon Alves, assistente de informação de Manutenção de Material Rodante

Perseverança. Essa é a palavra que me vem à cabeça quando relembro a minha jovem carreira na MRS. A aprovação para ser parte do corpo de estagiários da empresa não ocorreu na primeira tentativa. A efetivação como um funcionário integral da empresa, não ocorreu na primeira oportunidade.

Desde o princípio de minha caminhada ferroviária tenho aprendido a manter firmes os pés em cada tentativa, cada desafio, e cada resultado. A perseverança produz frutos que não são colhidos somente em nossa participação profissional, colhemos para a vida! Com isso, podemos ser fortes em união, sabendo que os desafios e obstáculos geram suor, mas criam vencedores. Claro, os louros dessa vitória só serão visualizados por aqueles que perseveram.

Agradeço à MRS por todo o aprendizado, o desenvolvimento e o crescimento que tenho angariado em cada escala de trabalho. Aqui tenho amigos, tenho algo que corre nas veias sendo o combustível para todo o trabalho: a paixão de ser ferroviário.

Agradeço a Deus por fazer parte dessa empresa, dessa visão, desse legado ferroviário. Já realizei muitos sonhos, profissionais e pessoais através da MRS. Pude me casar e iniciar uma nova família enquanto colaborador ferroviário. Mas sei que ainda existem muitos sonhos para realizar, muita luta e muita busca, sempre com total perseverança. O trajeto é longo, mas os trilhos me levam à vitória.

 

  • Daniela Bernardo, aprendiz

A minha história: sou de uma família em que todos meus tios eram ferroviários e, o meu avô materno, maquinista. Porém, meu avô faleceu e os meus tios se aposentara. Parecia que o ciclo havia acabado, porém, eu estou aqui – mesmo que seja talvez por um período -, me sinto honrada de continuar esse ciclo e em fazer parte de uma empresa que zela por não ver os seus colaboradores como prestadores de serviços, mas os tem como uma família.

A MRS é uma da poucas empresas em Juiz de Fora que proporciona aos seus funcionários um plano de carreira, benefícios que nenhuma outra empresa aqui na cidade dá, plano de saúde, ticket alimentação com um valor maravilhoso, enfim…

Essa empresa mudou a minha vida e eu agradeço a Deus todos os dias por estar aqui e desfrutar de cada benefício que recebo. Minha história aqui se resume em gratidão, porque, mesmo com meia idade, estou tendo a oportunidade de ter um aprendizado, uma capacitação e conhecimento na área de suprimentos. E isso não tem preço. Muito obrigada, MRS!

 

  • Cristiano Vargas, gerente de Operação de Equipamentos e Trilhos

Minha história na MRS começou em 29/12/1997. Vou tentar ser sucinto, mas minha história é longa.

Comecei na ferrovia em setembro de 1997, em uma empreiteira da Eletroeletrônica MG. O serviço era muito pesado e a remuneração pequena, trabalhava como eletricista e já era formado no curso técnico de Eletrônica. Mesmo o serviço sendo pesado, o meu sonho de fazer parte da MRS era meu motivador. A minha chance veio muito antes do que eu esperava, logo no final de dezembro fui efetivado como eletricista e passei a ter acesso a todos os benefícios que a MRS oferecia. Trabalhava no turno de revezamento atendendo a emergências. Visualizando uma carreira, em 1998 comecei a fazer faculdade.

Fiquei pouco mais de 6 anos como eletricista e acabei assumindo a função de técnico eletroeletrônico, atuando em telecomunicações e sinalização. Depois de 4 anos fui promovido a técnico eletroeletrônico líder e poucos meses depois a supervisor de Manutenção Eletroeletrônica, atuando na Ferrovia do Aço. Meu tempo na EE me tornou um profissional bastante diversificado e minha paixão pela ferrovia só aumentou.

Em 2010 foi trabalhar na GOT RJ como coordenador de equipe no Brisamar, período muito importante para meu desenvolvimento, principalmente na gestão de pessoas. Depois fui trabalhar no P1-07 como coordenador de equipes na oficina de locomotivas.

Em 2013 fui convidado a assumir a Gerência de Locomotivas Elétricas e fui responsável por aposentar as guerreiras Hitachis e colocar em operação as Stadlers, as locomotivas mais potentes do mundo. No meio do ano de 2015 fui para o meu maior desafio, assumi a Gerência de Manutenção de Via Permanente de SP, trabalhando com manutenção e obras de adequação para atendimento às novas demandas de Carga Geral em SP.

Em 2018, assumi a Gerência de Operação de Equipamentos de VP, onde tenho aprendido muito dessa operação que é muito importante e pouco conhecida na ferrovia.

São 22 anos de história, em que eu e a MRS crescemos juntos e hoje somos jovens motivados e com muita vontade de voar longe. Agradeço à MRS por tudo que conquistei na vida e a todos os colegas por todo o aprendizado adquirido nesse período. Eu sou a prova de que a MRS oferece muitas oportunidades e em diversos segmentos da operação e da manutenção. Obrigado pela oportunidade de contar a minha história.

 

  • Romero Santos, especialista em Planejamento e Controle Operacional

Minha história com a MRS foi um pouco inusitada, acredito. Até os 5 anos de idade morei no Rio de Janeiro, a 10 minutos de caminhada de uma estação de trem de subúrbio: o Engenho de Dentro.

Adorava o cheiro dos trens (aquele cheiro parecido com o de freio de caminhão) e sempre pedia pro meu pai me levar para passear neles. De tanto que eu gostava, meu pai (militar, ou seja, não ferroviário) me presenteou com uma maquete. Inicialmente um ferrorama (aquele da Estrela, que só dava para ligar a locomotiva e ver o trem andando nos trilhos) e depois um trem elétrico da Frateschi, que eu podia controlar velocidade, AMVs, engatar e desengatar vagões, etc. Eu ficava horas nessa brincadeira…

Acabei cursando engenharia de Controle e Automação e após formado montei uma empresa de instrumentos musicais (fabricava amplificadores, revendia guitarras e consertava equipamentos de músicos profissionais). Minha empresa estava completando 2 anos e eu sentia que faltava alguma coisa pra me realizar profissionalmente, mas as oportunidades que apareciam não eram interessantes.

Na época, eu namorava uma professora de francês. Ela era super empolgada com o idioma e com o país, então em uma noite, após o meu trabalho, ela me convidou para assistir um filme que tinha acabado de ser lançado: Meia noite em Paris, um filme do Woody Allen com o Owen Wilson. Então aceitei o convite e fui ao cinema com ela. Impossível imaginar o quanto esse filme mudaria a minha vida…

Poucos minutos depois de chegar ao cinema, as luzes se apagaram. Mas antes do filme começar, uma voz falou: “Você, engenheiro de Controle e Automação, venha ser trainee na MRS!” e uma logo da empresa no fundo escuro do cinema apareceu. Me lembro que olhei para a minha namorada e falei “Olha, me chamaram! ” e ri…

Quem idealizou isso tudo foi o Fabiano Oliveira, gerente de RH na época. Lembro que comentei sobre isso com ele e, da minha turma de 18 trainees, apenas eu tinha visualizado o anúncio do cinema. O mais interessante é que, segundo ele, haviam sido gravadas diversas chamadas variando os cursos. E eu dei a sorte de ver a propaganda exatamente do meu curso… Acho que era o destino!

Por MRS