Por dentro da Lei Geral de Proteção de Dados

Ferroviários de toda a MRS receberam no último dia 2, por e-mail e WhatsApp, uma carta do presidente Guilherme Mello convocando todos para um grande desafio que será iniciado na MRS relacionado à Lei Geral de Proteção de Dados, mais conhecida como LGPD. Chegou a hora de conhecer um pouco mais a respeito da lei, que vai trazer benefícios para a MRS no que diz respeito a segurança da informação e proteção dos dados.

Sancionada no dia 14 de agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrará em vigor, a princípio, em agosto de 2020 – há uma proposta de postergação do prazo para janeiro de 2021 seguindo para votação na Câmara dos Deputados. O objetivo é regulamentar o uso, a transferência e o processamento de dados pessoais, dos cidadãos brasileiros, garantindo o direito à privacidade e a proteção de todos.

“A equipe de Tecnologia da Informação vem se preparando desde 2019, em parceria com a área Jurídica da MRS, para avaliar o cenário atual da empresa, mapear os gaps e definir o plano de ação para adequação a lei. Agora é chegada a hora de colocar a mão na massa e todos os colaboradores serão envolvidos, esse é um assunto que exige a participação de todos. E nós do time de TI estaremos à disposição de todos para dar o suporte necessário”, reforça o gerente geral de Tecnologia da Informação, Paulo Gonçalves.

A MRS, assim como todas as empresas, terá o desafio de se adequar para elevar o nível de proteção dos dados pessoais e, consequentemente, reduzir o risco de sofrer sanções especificadas na lei.

“Estamos na era digital e os dados pessoais são um ativo valioso nesse contexto. A LGPD veio estabelecer obrigações essenciais para garantir os direitos e a proteção ao cidadão. A MRS , ciente de seu papel, está se adaptando para essa nova fase em matéria de cuidado com os dados pessoais e contamos com a mobilização da empresa para o sucesso nessa empreitada”, destaca a gerente geral Jurídica, Gabriela Cortes.

Independentemente da possibilidade de postergação do prazo, a próxima etapa, que já vai exigir a participação e a colaboração de todos os ferroviários, será a de mapeamento por meio de entrevistas. Serão inicialmente 38, contemplando todas as diretorias da MRS.

“A LGPD exigirá, naturalmente, mudanças nos processos e, principalmente, na forma de gerir os dados”, pontua a coordenadora de Segurança da Informação, Milene Barros. “Sabemos que adequações internas serão necessárias e, mais que isso, o Brasil precisará se habituar a ter uma cultura diferente de proteção de dados, no entanto, estamos cientes dos benefícios que serão proporcionados à MRS e confiantes de que, com a mobilização de toda a empresa, estaremos mais próximos do sucesso na jornada de proteção e privacidade de dados”, complementa.

Clique aqui para reler a carta do presidente Guilherme Mello.

Por MRS